4.6.08


Já na terceira paixão Fantine sofreu o seu primeiro desengano. O amor que Marlom sentia, ela pensava, duraria até o fim da vida. Mas, o pequeno falcão voou com o término do primeiro inverno. E o coração da doce menina ficou amargo. Ela jurava jamais apaixonar-se outra vez quando foi aconselhada por Voltaire: "Fantine, as paixões são como ventanias que enfunam as velas dos navios, fazendo-os navegar; outras vezes podem fazê-los naufragar, mas se não fossem elas, não haveria viagens, nem aventuras nem novas descobertas." Então ela reconstruiu seu barco e o tocou para frente.


5 comentários:

Ana Paula Nogueira disse...

lindo!!!!

"ao infinito, poesia como sangue que corre nas veias, ondas e vento fazem meu equilíbrio parecer perfeito! Sou filha da natureza e preciso chegar perto do horizonte para poder enxergar o mundo!" (By eu)

beijossss.

passa lá no meu que fiz uma poesia para os poetas, vê se faz sentido pra vc, por que pra mim não fez, por isso achei o máximo!!!

Joellson Braga disse...

Muita viagem, em !!!

Bandys disse...

MOA,

as paixões são como ventanias que enfunam as velas dos navios, fazendo-os navegar; outras vezes podem fazê-los naufragar,

Toamara que tuas paixões sempre te façam navegar...
beijos

Nadja Reis disse...

Belo conto! xD

Vi disse...

Tá certo... hora de fazer um barquinho!